Prolapso Uterino
Avaliação precisa e tratamento cirúrgico avançado para prolapso genital, com foco em anatomia, função e qualidade de vida.
O prolapso uterino ocorre quando o útero ou outras estruturas da pelve — como bexiga, reto ou parede vaginal — perdem sustentação e começam a descer em direção à vagina. Esse quadro faz parte dos prolapsos de órgãos pélvicos e pode se manifestar como prolapso genital ou prolapso vaginal, causando desconforto, peso pélvico, escape urinário, dor nas relações e até dificuldade para realizar atividades simples do dia a dia.
Embora muitas mulheres demorem a buscar ajuda por vergonha ou por acreditar que “faz parte da idade”, o prolapso não é normal — e hoje existem tratamentos minimamente invasivos altamente eficazes, que devolvem função, conforto e segurança.
A Dra. Kathiane Lustosa atua com diagnóstico especializado e técnicas cirúrgicas avançadas para correção dos prolapsos, incluindo cirurgia para prolapso uterino e reconstrução do assoalho pélvico, com foco em resultado funcional e qualidade de vida.

Como o prolapso se desenvolve

Prolapso Uterino
O assoalho pélvico é formado por músculos, ligamentos e fáscias que sustentam o útero, a bexiga, o intestino e a vagina. Quando essa estrutura enfraquece — seja por partos, alterações hormonais, cirurgias prévias, constipação crônica ou fatores genéticos — os órgãos podem perder suporte e se deslocar. Esse deslocamento pode gerar diferentes formas de prolapso genital, como:
- Útero (prolapso uterino)
- Vagina (prolapso vaginal, inclusive após histerectomia)
- Bexiga (cistocele)
- Reto (retocele)
- Intestino delgado (enterocele)
Em muitos casos, mais de uma estrutura está envolvida ao mesmo tempo, exigindo avaliação ampla e individualizada da sustentação pélvica.
Sintomas que merecem atenção
O prolapso não aparece de um dia para o outro — ele progride de forma lenta e silenciosa. Entre os sintomas mais comuns do prolapso uterino, do prolapso vaginal e de outros quadros de prolapso genital estão:
- Sensação de peso ou “bola” na vagina;
- Dificuldade para urinar ou perda urinária;
- Necessidade de empurrar a parede vaginal para evacuar;
- Dor nas relações;
- Desconforto ao caminhar ou permanecer em pé;
- Sensação de que “algo está saindo”.
Muitas mulheres relatam piora dos sintomas ao final do dia ou após atividades físicas, especialmente quando há enfraquecimento importante do assoalho pélvico.


Como a Dra. Kathiane conduz o diagnóstico
A avaliação é feita com exame físico detalhado, análise funcional do assoalho pélvico e, quando necessário, exames complementares — como ultrassom do assoalho pélvico ou ressonância dinâmica. O mais importante é identificar:
- Quais compartimentos estão prolapsados,
- Qual o grau do prolapso,
- Como isso impacta o dia a dia,
- Qual a melhor estratégia terapêutica,
- E se há associação com incontinência urinária, muito comum nos casos de prolapso genital.
Esse estudo permite indicar o tratamento mais eficaz e duradouro para cada paciente, inclusive nos casos de prolapso vaginal e cirurgia para prolapso uterino com preservação de estruturas.
Tratamento clínico: quando é possível usar
Fisioterapia pélvica e mudanças comportamentais podem ajudar nas fases iniciais do prolapso, especialmente quando os sintomas são leves. Esses recursos fortalecem o assoalho pélvico e melhoram sintomas de peso e desconforto.
Contudo, quando o prolapso já é visível, avança para a entrada da vagina ou causa impacto significativo na rotina, o tratamento clínico não reverte o problema — e a correção cirúrgica se torna a abordagem mais resolutiva, principalmente nos casos de prolapso vaginal e prolapso genital mais avançados.
O papel da cirurgia no prolapso uterino
A cirurgia para prolapso uterino tem como objetivo reconstruir os suportes originais da pelve, reposicionar os órgãos e restaurar a anatomia. Em muitos casos, esse tratamento envolve reconstrução do assoalho pélvico para devolver sustentação, conforto e segurança à paciente. A Dra. Kathiane atua com técnicas minimamente invasivas que oferecem:
- Menor sangramento;
- Menos dor;
- Recuperação rápida;
- Maior durabilidade dos resultados;
- Correção completa dos compartimentos afetados.
A escolha da técnica depende do tipo e do grau de prolapso, além do desejo da paciente de preservar ou não o útero.
Técnicas cirúrgicas realizadas pela Dra. Kathiane
Cirurgia Robótica
Indicada especialmente para prolapsos mais complexos. Proporciona visão tridimensional com ampliação, precisão em estruturas delicadas, correção anatômica mais refinada, suturas firmes e de alta durabilidade. É uma das técnicas com melhor desempenho funcional e estético para cirurgia para prolapso uterino e correção de defeitos do assoalho pélvico.
Cirurgia Laparoscópica
Abordagem eficaz para reposicionamento uterino, correção de cistocele, retocele e reconstrução do assoalho pélvico. Proporciona recuperação rápida, menor dor e retorno precoce às atividades.
Cirurgias vaginais
Indicadas em casos específicos ou em pacientes que não podem ser submetidas à laparoscopia ou à robótica. Oferecem bom resultado funcional quando bem selecionadas, especialmente em alguns quadros de prolapso vaginal e prolapso genital.

Preservação do útero: hoje, uma possibilidade real
Muitas mulheres acreditam que o tratamento do prolapso exige histerectomia. Hoje, isso não é uma regra. Quando não há contraindicações, técnicas modernas permitem tratar o prolapso preservando o útero, com excelente resultado funcional e estético. A decisão é sempre feita em conjunto com a paciente, considerando saúde, expectativas e planejamento de vida.
Vida após a cirurgia: o que esperar
A recuperação costuma ser rápida:
- Alta entre 24 e 48 horas;
- Retorno ao trabalho em torno de 7 a 10 dias;
- Retorno à atividade física entre 4 a 6 semanas.
A melhora da sensação de peso, da função urinária e do conforto íntimo costuma ser imediata ou progressiva ao longo das primeiras semanas. O acompanhamento pós-operatório inclui orientações sobre esforço, reabilitação do assoalho pélvico e monitoramento da cicatrização. Veja mais na página exclusiva sobre Orientações para sua cirurgia.

Por que tratar com a Dra. Kathiane Lustosa
A condução do prolapso pela Dra. Kathiane se destaca por:
Expertise em cirurgia robótica e laparoscópica;
Avaliação detalhada da função pélvica;
Atuação em cirurgia para prolapso uterino e reconstrução do assoalho pélvico;
Experiência em casos complexos e recorrentes (ginecologia avançada);
Suporte multidisciplinar oferecido pela Clínica Salvata.
“Prolapso não é sobre envelhecer — é sobre função, suporte e qualidade de vida. Corrigir o prolapso é devolver à mulher o bem-estar que ela merece.”
Agende sua avaliação e receba uma condução precisa, acolhedora e especializada para o seu caso de prolapso uterino, prolapso vaginal ou outros quadros de prolapso genital.
Dúvidas Comuns
Perguntas frequentes
Respostas claras para as questões que mais chegam ao consultório.
Prolapso uterino tem cura?
O prolapso uterino tem tratamento e, na maioria dos casos, pode ser corrigido com excelente resultado funcional. Quando a indicação é cirúrgica, o objetivo é reposicionar os órgãos pélvicos e reconstruir os suportes do assoalho pélvico, devolvendo mais conforto, segurança e qualidade de vida à paciente.
Quando a cirurgia é indicada?
A cirurgia costuma ser indicada quando o prolapso causa sensação de peso vaginal, abaulamento, desconforto para urinar ou evacuar, dor nas relações ou impacto importante na rotina. Também pode ser recomendada quando o prolapso já está mais avançado ou quando tratamentos conservadores, como fisioterapia pélvica, não são suficientes para controlar os sintomas.
É possível tratar sem retirar o útero?
Sim. Em muitos casos, é possível corrigir o prolapso uterino sem retirar o útero, desde que não exista outra indicação ginecológica para histerectomia. Hoje, técnicas modernas permitem preservar o útero com segurança, sempre com avaliação individualizada do grau do prolapso, da anatomia da paciente e dos objetivos do tratamento.
Quanto tempo dura a recuperação?
A recuperação varia conforme a técnica utilizada e as características de cada caso, mas geralmente é mais rápida nas cirurgias minimamente invasivas. Em muitos casos, a paciente recebe alta entre 24 e 48 horas, consegue retomar atividades leves em poucos dias e volta gradualmente à rotina ao longo das semanas seguintes, conforme orientação médica.
